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 [Pastoral] - Parte I: As Virtudes

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Rodrigo Capelo
[PNJ] Senescal d'Óbidos
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Mensagens : 509
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Actividade : Grão-Mestre

MensagemAssunto: [Pastoral] - Parte I: As Virtudes   Qua 15 Fev 2012, 21:39

Citação :
Parte 1: As Virtudes

Estes cursos foram realizados em Roma, pelo Vice-Prefeito para a Educação, o abade Zabouvski.

O objectivo de qualquer aristotélico para a sua vida terrena é chegar ao Sol, o Paraíso. Como aprendemos com Aristóteles, um dos profetas da religião aristotélica, o Altíssimo, Jah, deu à mente humana a capacidade, ao contrário dos animais, de distinguir o bem do mal. É graças a esta capacidade de distinguir o bem do mal que podemos ter uma vida virtuosa, permitindo-nos alcançar o Sol. No entanto, outra criatura da criação, a Criatura Sem Nome, com inveja de não ter sido escolhido para ser o favorito de Jah, dedicou sua vida a corromper o homem com os vícios, afastando-o do Sol, fazendo-o cair na Lua do Inferno. Todo o aristotélico deve de evitar a Lua, devendo para isso de conhecer as virtudes, e os seus opostos, sendo eles:


A Amizade, que é a preocupação para com os outros, ter empatia e ajudar os outros. A amizade é o que une todos os aristotélicos. Para a amizade, o crente deve de ajudar os seus irmãos no caminho da virtude. A amizade é assim a entreajuda, a reciprocidade das relações sociais, o amor ao próximo, etc ... A avareza, o seu oposto, consiste na não preocupação com isso, e baseia-se no desprezo pelos outros.

A Perseverança,que consiste em trabalhar para sobreviver. A perseverança é a consciência das suas necessidades primárias de alimentos, de água e de descanso. Noutras palavras, a perseverança é a faculdade de optar apenas pelo essencial. O oposto de perseverança é a gula, que nunca está satisfeito com o que se tem, querendo sempre mais, podendo penalizar os outros. A gula resume-se num abuso de prazer.

A Dedicação, que é a capacidade de sacrifício quer para o bem dos outros, quer para comungar da amizade aristotélica e contribuir para a sociedade laica, a república. Este sacrifício é a consciência da vida em comunidade. Tal como nos ensinou Aristóteles, o bom aristotélico é aquele que ajuda o vizinho, tomando parte na vida activa da sua povoação. Em contraste com a dedicação temos o orgulho, que consiste em acreditar que só nós podemos subir acima de tudo e alcançar estatutos superiores.

A Temperança, que é a capacidade do crente se moderar e mostrar compreensão. Esta virtude é importante na medida em que complementa as outras. A temperança também é a aceitação da sua condição. O seu oposto é a raiva, que é o defeito de alguém que se entrega ao ódio pelos outros, ou que, com todas as suas forças, tenta lutar contra a sua condição.

A Justiça, é a capacidade de ser magnânimo, de reconhecer o valor dos outros, de identificar os interesses dos outros. À justiça corresponde a inveja, que é o vício de quem deseja receber recompensas justamente atribuídas a outros, ou um que cobiça os bens ou a felicidade dos seus companheiros.

O Prazer, é a faculdade que o homem possui para trabalhar e satisfazer as condições da sua própria felicidade.
É a auto-consciência, o conhecimento do seu corpo, da sua alma, e das suas necessidades, podendo assim fazer a sua vida feliz e fácil. Ao prazer corresponde o desprezo por si próprio, que é o mal de quem entra em depressão espiritual, que permanece passivo, que deixa de ter gosto pela vida, e que ignora a sua própria satisfação.

A Convicção é a esperança num futuro cheio de promessas. É a consciência das necessidades futuras e interesses da comunidade dos crentes, a necessidade de conservação da espécie (e, por conseguinte, a reprodução). à fé corresponde a luxúria, que é o defeito daquele que é complacente com o abuso das coisas, da carne e que não acredita na verdade.


Uma vida virtuosa perfeita é impossível. Ninguém, exceptuando o divino, é perfeito. No entanto, um aristotélico virtuoso é aquele que reconhece os seus erros e pede perdão aos seus iguais pela confissão. A confissão será explicado na terceira parte deste catecismo

Reverendo Zabouvski


As doze Regras de São Bento

1) Só a Jah adorarás e amarás perfeitamente.
2) Respeitarás o Seu Santo Nome, fugindo à blasfémia e perjúrio.
3) O dia do Senhor guardarás, servindo a Jah com devoção.
4) Teu pai e tua mãe honrarás, na mesma forma que aos teus superiores.
5) Evitarás o escândalo e homicídio, e o ódio e a raiva também.
6) Observarás a pureza nos teus actos cuidadosamente.
7) Não deverás tomar ou reter injustamente a propriedade dos outros.
8.) Banirás as calúnias e as mentiras.
9) Procurarás ser totalmente puro, inclusive em pensamentos e desejos.
10) Não cobiçarás os bens alheios.
11) A Fé e a Razão guiar-te-ão simultaneamente.
12) Apenas louvarás Aristóteles e Cristo, evitando os falsos profetas.

São Bento (pnj) Patrono dos Clérigos e do Monaquismo
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