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 Testamento de Sylarnash de Albuquerque

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Manuel B. Queiroz
Nobreza
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Mensagens : 1741
Localização : Aveiro, Condado de Coimbra, Portugal
Actividade : Padeiro

MensagemAssunto: Testamento de Sylarnash de Albuquerque   Sex 18 Jan 2013, 18:33




    TESTAMENTO E DECLARAÇÃO DE ÚLTIMAS VONTADES
    Aos vinte e sete dias do mês de Novembro do ano de mil quatrocentos e sessenta da graça de Nosso Senhor, nós, Monsenhor Dom Sylarnash Manuel de Albuquerque, filho de Donnatela Ribeiro de Albuquerque e Secretgod de Albuquerque, por direito e conquista, Conde de Óbidos, Baronete dos Mares e Rios, e Presidente-fundador da Instituição Bússola d'Ouro, sabendo que neste mundo não há coisa tão certa como a morte, apesar da sua hora não ser certa, pelo nosso próprio punho, no mais perfeito juízo e em pleno gozo das nossas faculdades intelectuais, e na presença de duas testemunhas a seguir qualificadas:
    • Monsenhor Dom Guido Henrique de Albuquerque (Monsterguid), Conde de Vilar Maior
    • Dama Nanda Nóbrega de Andrade
    • Reverendo Luís Afonso Nóbrega de Andrade

    Resolvemos lavrar o presente testamento, que invalida o anteriormente apresentado, e no qual exara-se as nossas últimas vontades, pela forma e maneira seguinte:
    DOS BENS MÓVEIS

    1. À Biblioteca Bússola d'Ouro, deixamos na hora da nossa morte todo um conjunto de mapas e cartas de navegação, até então na nossa posse, com o intuito de fornecer, à biblioteca e referida instituição, a possibilidade de ajudar os seus colaboradores neste âmbito;
    2. Ao Primaz de Portugal em funções à data da nossa morte, solicitamos que lhe seja entregue, como sinal de respeito, o nosso Livro das Virtudes vindo Roma e copiado pelos monges copistas romanos;
    3. Ao Seminário Menor de Viana do Castelo, onde durante anos dedicamos o nosso tempo a ensinar os fieis, deixamos o nosso conjunto de livros e textos pastorais para que os mesmos documentos que nos ajudaram, sejam usados por todos os que também procurem se apoiar na Igreja Aristotélica e no Altíssimo;
    4. À Igreja Paroquial de Aveiro, na qual servimos, por inúmeras vezes, os desígnios dos fieis, ora religiosamente, ora com a oferta de bens de primeira necessidade, pedimos que sejam entregues todas as nossas roupas de uso informal e quotidiano não-religioso com a finalidade de servirem de ajuda aos mais desfavorecidos;
    5. À nossa tia Gwenhwyfar de Albuquerque e Monte Cristo, deixamos um conjunto de sete tapeçarias das mais finas lãs do Sul de Inglaterra, um Barril de Vinho de Bordeaux e um Barril de Whiskey, e uma vez que não deixamos descendência directa, oferecemos-lhe um Trio de Pedras Preciosas herdado de nossa mãe, composto por uma Safira, um Rubi e um Diamante, e que se encontra guardado num cofre sobre a protecção do Primeiro Senescal do Condado de Óbidos. Se, porventura, e que Jah não o permita, há data da nossa morte, a nossa tia tenha falecido todos os bens a ela destinados por este parágrafo deverão ser entregues a Sophiia de Albuquerque;
    6. Ao nosso amigo Luís Afonso Nóbrega de Andrade, companheiro de longa data e fervoroso clérigo, deixamos para além do livro da nossa autoria intitulado "Como ser um verdadeiro homem de fé", uma cruz de ouro adquirida em terras francesas;
    7. A Ricardo Miguel de Albuquerque, nosso primo mais novo e por quem mantemos um especial afecto, entregamos o nosso companheiro felino de nome Tiko, o nosso gato de cor cinza. Deixamos ainda um baralho de cartas e uma adaga de prata que em outros tempos sempre portamos e por diversas vezes no salvou a vida;
    8. À nossa amiga Anna de Mello Bórgia Highlander Silva deixamos um conjunto de finas mantas de lã que compramos durante uma longa viagem pelo Condado do Porto. Cumulativamente com as mantas de lã deverão ser oferecidos à mesma à sua escolha dois dos quadros que temos presentes na Residência de Aveiro;
    9. Ao nosso tio Guido Henrique de Albuquerque nosso mentor, professor e ídolo deixamos, além da nossa eterna gratidão e veneração pela pessoa e homem religioso que é, o nosso diário pessoal iniciado aquando da recepção da quinta essência divina, todas as nossas medalhas e anéis, entre os quais os anéis relativos às posições que desempenhamos na igreja ao longo dos tempos. Deixamos ainda os documentos e escritos diplomáticos que a nós estão ligados, mais concretamente das nossas funções e feitos ao serviço da Real Chancelaria Portuguesa e da Nunciatura Apostólica;
    10. A Psycorps de Monte Cristo, noutros tempos, General do Exército do Condado de Coimbra e com quem aprendemos bastante sobre táctica de combate, deixamos um jogo de xadrez que simboliza a batalha e vitória do bem contra o mal, inteligência, rigor e perseverança;
    11. À nossa tia Sophiia de Albuquerque, a quem desde muito cedo reconhecemos e apoiamos o seu dote para o desenho e criação de roupas, deixamos um conjunto completo de objectos destinados à confecção de roupas que compramos na Irlanda em meados de 1460;
    12. A Zatarra Monte Cristo, a quem sempre mostramos profundo respeito pela sua forma de ser e pela sua enorme experiência na área militar, deixamos a nossa adaga de ouro, e uma espada à sua escolha da nossa armaria pessoal;
    13. À Família Camões, na pessoa do Patriarca ou Matriarca da Família Camões, à data da nossa passagem para junto dos anjos e santos na ultima morada celeste, deixamos o retrato daquela nossa amiga especial Ariiadne Camões, infelizmente já falecida, feito por um pintor estrangeiro, numa bela tarde junto ao Pomar em Alcobaça;
    14. Ao reverendo Marramaque, com quem partilhamos funções nos desígnios da Igreja Aristotélica e com quem sempre consideramos um prazer conversar, fazemos especial menção para que lhe seja entregue o nosso colar de ouro, aquele onde se encontra gravada a figura São Bento, Patrono dos Clérigos e do Monaquismo;
    15. A Diego_lopez deixamos as insígnias do exército "Força Armada de Coimbra", que nos foram entregues no momento do ferimento do mesmo e que nos levou a tomar o controlo do dito exército. Originalmente suas, as insígnias do exército "Força Armada de Coimbra" devem ser-lhe reentregues;
    16. Ao Patriarca ou Matriarca da Família Albuquerque deixamos a lendária Esmeralda da Virtude que encontramos após vários anos de intensas procuras. Fazemos especial menção para que a referida pedra preciosa se mantenha de geração em geração na Família Albuquerque sobre a protecção e guarda do patriarca ou matriarca em funções;
    17. Ao Legítimo Herdeiro investido Conde do Condado de Óbidos deixamos os objectos presentes na nossa armaria particular, todo o nosso Armorial Heráldico feito ou recebido durante os vários anos de estudo heráldico. Deixamos ainda ao herdeiro as nossas Armas Nobres e de Gala;
    18. À Casa do Povo de Aveiro, a qual por vários anos ajudamos a gerir, deixamos os vasos e azulejos decorativos guardados na nossa Residência em Aveiro;
    DOS BENS IMÓVEIS

    1. A Tiaguuuh Miranda de Albuquerque entregamos o direito de propriedade e usufruo do nosso extenso vinhal e adega em Braga, e deixamos ainda expressa indicação para que lhe seja passada a receita para a confecção de Whisky que nos foi oferecida pelas autoridades do Ducado de An Mumhain aquando da nossa visita a tais terras;
    2. Ao nosso primo Salgueiro Maia de Albuquerque e Monte Cristo, a quem reconhecemos a habilidade para a gestão e administração pública, deixamos indicação para que lhe seja dado a conhecer o conjunto de terrenos que detemos na cidade da Guarda, e damos pelo presente documento o direito de propriedade não apenas dos mesmos mas também de todos os bens armazenados nos mesmos;
    3. Ao nosso grande amigo Darkskull34 deixamos a nossa Casa na Cidade de Leiria, bem como todos os terrenos à mesma anexados. Apesar de ambos nos termos movido de tais terras, o direito de propriedade da mesma foi sempre partilhado entre ambos e aquando da nossa morte entendemos que o nosso amigo Darkskull34 seja o mais indicado para a recepção de tais propriedades;
    4. Aos Condes de Seia, Zatarra Monte Cristo e Gwenhwyfar de Albuquerque e Monte Cristo, deixamos o direito de propriedade da nossa Residência na Cidade de Aveiro;
    5. Ao nosso primo Ricardo Miguel de Albuquerque deixamos a nossa Taverna e Hospedaria - O Farol de Aveiro, cabendo-lhe, a partir do nosso falecimento, a gestão dos negócios relativos à propriedade mencionada;
    6. Ao nosso tio Mpontes de Albuquerque trespassamos o direito de propriedade da nossa quinta na cidade do Porto, oferecendo todas as suas culturas, animais, e objectos nela presente ao mesmo;
    DOS TÍTULOS E POSIÇÕES SOCIAIS

    1. Nomeamos Salgueiro Maia de Albuquerque e Monte Cristo como legítimo herdeiro do Condado de Óbidos, do título de Conde de Óbidos, das rendas e outros rendimentos, das propriedades e outros feudos, e de todos os direitos e deveres inerentes ao título de Conde de Óbidos;
    2. Nomeamos Aligs de Albuquerque como segundo legítimo herdeiro do Condado de Óbidos, do título de Conde de Óbidos, das rendas e outros rendimentos, das propriedades e outros feudos, e de todos os direitos e deveres inerentes ao título de Conde de Óbidos. O segundo legítimo herdeiro deverá ser accionado somente nos casos de abdicação ao título ou falecimento do primeiro legítimo herdeiro;
    3. Nomeamos Gwenhwyfar de Albuquerque e Monte Cristo como terceiro e último legítimo herdeiro do Condado de Óbidos, do título de Conde de Óbidos, das rendas e outros rendimentos, das propriedades e outros feudos, e de todos os direitos e deveres inerentes ao título de Conde de Óbidos. O terceiro legítimo herdeiro deverá ser accionado somente nos casos de abdicação ao título ou falecimento do primeiro e segundo legítimo herdeiro. Em caso de abdicação desta herdança por parte do terceiro e último legítimo herdeiro definido, o título e demais direitos e deveres deverão regressar à Coroa Portuguesa;
    4. Nomeamos Darkskull34 como nosso sucessor na gestão e presidência da Instituição Bússola d'Ouro, devendo lhe ser entregues as insígnias de Presidente Co-Fundador da instituição;
    DAS OUTRAS VONTADES

    1. Que na impossibilidade, por falecimento do testamentário, de ser cumprida alguma das vontades definidas neste testamento, a entrega dos bens deverá seguir sempre a linhagem de consanguinidade até ao segundo grau dos testamentários, salvo se disposto, em contrário ou como proceder, neste documento;
    2. Que nos seja feito um funeral de acordo com a única religião que, ao longo da nossa vida, seguimos - A Igreja Aristotélica e Romana;
    3. Que as nossas cerimónias fúnebres decorram na Catedral do Reino de Portugal e sejam presididas, na medida dos possíveis, pelo Bispo em funções na Diocese de Coimbra;
    4. Que, em nosso nome, seja construído, junto à Catedral d'Óbidos, uma Cripta Condal, para tal que seja feito uso dos materiais existentes nos nossos terrenos na cidade da Guarda;
    5. Que, após a nossa morte, o nosso corpo porte e seja sepultado com as nossas roupas de gala e que portemos junto connosco a nossa medalha identificativa da mais alta posição que tivemos na Igreja Aristotélica;
    6. Que uma vez terminada a construção da Cripta anteriormente mencionada o nosso corpo receba sepulcro final na mesma e que no nosso túmulo sejam marcadas as inscrições constantes na divisa das nossas armas nobres;
    7. Que os bens e valores a seguir descriminados, que foram recolhidos e guardados ao longo da nossa vida, sejam vendidos e que o valor recebido seja entregue à guarda do Legítimo Herdeiro investido Conde do Condado de Óbidos a quem recairá o dever de o distribuir pelos mais desfavorecidos:
        170,89 cruzados
        54 sacos de milho
        97 nacos de pão
        1 pedaço de carne
        13 sacos de farinha
        10 quintais de pedra
        3 vegetais
        9 feixes de madeira
        1 escada pequena
        2 remos
        9 bastões
        1 barco
        22 pedra
        1 kg de ferro
        2 facas
        1 par de sapatos
        44 canecas de cerveja
        1 escudo
        1 jogo de cartas
        1 quilos de uvas
        1 saco de cevada
        1 tapeçaria
        1 garrafa de leite de ovelha
        2 toneis de vinho do Porto
        1 carroça
        91 Bolas de neve
        1 Gorro
        3 Cruzes
        1 Pá
        1 Lanterna
        2 Bastões dos Reis Magos
        1 Manto

    Nada mais tendo a lavrar, damos por encerrado o presente testamento na presença das duas testemunhas acima qualificadas, para as quais lemos a íntegra do que este documento contém e que confirmarão em juízo e conformidade com a lei do mesmo.

    Escrito em Óbidos a XXVII de Novembro do ano de graça MCDLX de Nosso Senhor.




      Monsenhor Sylarnash Manuel de Albuquerque
      Cónego da Inquisição de Coimbra - Conde de Óbidos



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